Quero chegar em casa para poder sentir minha vida em minha carne de novo,
esqueci ela hoje na cama, ela estava mais preguiçosa do que minha responsabilidade.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Fala Tim!
"O Brasil é o único país onde prostituta tem orgasmo, cafetão tem ciúme e traficante é viciado"
[...] "E pobre é de direita"
Tim Maia
Sóóóóóóóóóó. [Aquele só longo e brisado de nóia!]
[...] "E pobre é de direita"
Tim Maia
Sóóóóóóóóóó. [Aquele só longo e brisado de nóia!]
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
A bruta flor do querer
Mulher é uma coisa louca.
Quando a gente quer, não quer mais.
Se a gente pedi, depois enjeita.
Ao procurarem, escondemos, ao ignorar...desvendamos.
Quando não se espera nada, surpreendemos, amamos e desamamos.
Amamos de novo.
Música, bronca, choro, abraço, pipoca, bolsa, beijo.
Armadas, maquiadas, no jeans ou longo, desjejum e janta.
Arroz e feijão.
Sol e mar.
Lua e desatino.
Sonho e carne sem osso.
Quando a gente quer, não quer mais.
Se a gente pedi, depois enjeita.
Ao procurarem, escondemos, ao ignorar...desvendamos.
Quando não se espera nada, surpreendemos, amamos e desamamos.
Amamos de novo.
Música, bronca, choro, abraço, pipoca, bolsa, beijo.
Armadas, maquiadas, no jeans ou longo, desjejum e janta.
Arroz e feijão.
Sol e mar.
Lua e desatino.
Sonho e carne sem osso.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Nessa dança
Nesse salão ontem ela tava aqui, ainda lembro do seu perfume, aquela carinha de quem acabou de sair da toca e um perfume de outono, que não tem pressa de esperar um ano inteiro pela primavera, por saber que a hora é a que se tem agora.
Nessa dança que ela desabrochou, depois tento a morte, antes de vê-la eu era o avulso, o solteirão, o segura vela, mas vi-a e o mundo em margens plácidas parecia abrir-se ao passo da menina que caminhava em linha reta.
O mundo dividido em águas puras, em vento leve e calmo.
"Vem dançar hoje de novo", convidei-a pela manhã ao encontrar seu olhar perdido na praça da praia, perto do forte.
Um sorriso e um balanço de ombros por resposta.
Não sei se me sigo no otimismo de ela ter sorrido antes de ficar confusa, ou se me apego ao pessimismo dela não ter dito uma palavra.
"Meu Deus me acuda", que esta mulher tá me botando louco, só por causa de uma dança.
Nessa dança que a gente parece flutuar e quer morrer mais tarde só pra poder curtir um pouquinho a atmosfera que envolve ela na madruga.
Meu Santo Antônio me traga esta moça à noite, que última noite de baile da paróquia é última chance, e se ela não me botar aqueles olhos grandes e pedintes de novo hoje, aquela foi a última dança, e aquele baile o último que comentaram que Zé Salseiro se esbaldou.
Na dança que ela desabrochou, depois tento a morte, agora quero mais é sonhar.
Nessa dança que ela desabrochou, depois tento a morte, antes de vê-la eu era o avulso, o solteirão, o segura vela, mas vi-a e o mundo em margens plácidas parecia abrir-se ao passo da menina que caminhava em linha reta.
O mundo dividido em águas puras, em vento leve e calmo.
"Vem dançar hoje de novo", convidei-a pela manhã ao encontrar seu olhar perdido na praça da praia, perto do forte.
Um sorriso e um balanço de ombros por resposta.
Não sei se me sigo no otimismo de ela ter sorrido antes de ficar confusa, ou se me apego ao pessimismo dela não ter dito uma palavra.
"Meu Deus me acuda", que esta mulher tá me botando louco, só por causa de uma dança.
Nessa dança que a gente parece flutuar e quer morrer mais tarde só pra poder curtir um pouquinho a atmosfera que envolve ela na madruga.
Meu Santo Antônio me traga esta moça à noite, que última noite de baile da paróquia é última chance, e se ela não me botar aqueles olhos grandes e pedintes de novo hoje, aquela foi a última dança, e aquele baile o último que comentaram que Zé Salseiro se esbaldou.
Na dança que ela desabrochou, depois tento a morte, agora quero mais é sonhar.
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