Tu que vês a vida com olhos castanhos de romântico discreto.
Tu que tens a mania dos otimistas irrepreensíveis e que mesmo após anos de luta conservam o vigor da juventude.
Cronista amado que delineia os dias com poesia e os simples detalhes de uma cidade alheia e distraída com devoção, esta me emudece e dilata minhas pupilas, eriça meus pelos do braço e da nuca, e eu meio atordoada continuo lendo para ter certeza que estás a falar mesmo tudo isso.
Caro Cronista, sei que possuis um dom raro e imenso, que não é tua culpa acreditar na vida apesar desta estar sendo destruída desde antes do dilúvio.
Sei também que não é culpa tua ouvir rouxinol durante o trânsito descomunal, mesmo quando te enfureces e entra junto na orquestra das buzinas.
Tu não és réu!
Eu sei que nem sempre a vida pode ser contada em versos de uma prosa curta e simples.
Mas, Graças a Deus, às vezes, mesmo que escassa e sendo quase mítica, a vida pode ser poesia.
Graças a Deus!
05 de janeiro de 2012 – Metrô
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Quinta-feira
Acordo com o despertador. Não acordo. Ele é insistente como criança mimada e continua chorando seu chamego meloso e irritante. Desligo, me aborreço no meu primeiro instante do dia e levanto. Vou até o banheiro, o pai de todo “despertar forçado” à base de água gelada na cara e depois dos rituais dos cremes e sabonetes faciais subo pra cozinha.
Isso mesmo, minha casa é assim, às avessas. Um sobrado que o quarto fica embaixo e a cozinha e a sala na parte superior, não me pergunte o porquê, ou então vai receber uma resposta clássica de Chicó: “Num sei, só sei que foi assim!”.
Sento à mesa e vejo minha mãe atarefada, como sempre está, como se não tivesse dormido e tivesse passado a noite e a madrugada todo realizando alguma tarefa. Vejo-a com a cara meio amassada e penso com alívio “ufa, ela dormiu!”.
Oi, mãe, faz um queijo quente pra mim?
Ela não responde, continua com sua companhia de pensamentos, fala alguma coisa sobre o que vou fazer hoje, se vou lavar minha roupa ou sair, eu não digo nada direto, estou acordando, saber o que vou fazer é uma responsabilidade que ainda não peguei na cota de hoje.
Como meu queijo quente, agradeço e chamo-a para ir ao mercado comigo porque não quero ir sozinha.
Começa a novela.
Antes tenho que usar o banheiro.
Antes tenho que trocar de roupa.
Antes tenho que ver o que vou comprar pro almoço.
Antes...
E nessa eu perco tanto tempo que me pergunto se não teria sido melhor ter ido sozinha...Não!
Ir com minha mãe ao mercado já faz parte da vida. Teve uma época que era minha terapia, andar com ela, quase nunca a gente fala coisa importante, isso é bom, sempre que falávamos coisas importantes era para tentar resolver alguma crise, ou problema grande. Problema pequeno a gente resolve sozinho. Melhor quando se fala de nada.
Então depois de um tempo esperando-a pego o livro e começo a ler minha crônica do dia. Geralmente leio no ônibus ou no metrô. São lugares onde o tempo é ocioso e tem bastante gente. Crônica me lembra gente. Eu gosto.
Depois do segundo parágrafo ela desce e diz “vamos?”, Ah! Tá de brincadeira eu penso, agora que tô lendo? Não vou nem me mexer, e continuo.
“Vai mais não?”
“Mãe, tô lendo!”
“Ah! Tá lendo o Braga?!” E faz uma cara de amiga que vai com a outra na festa e é trocada no meio do baile por um par de calças. E entra no meu quarto pra não ver nada e não fazer nada, volta pra sala e fica me rondando.
“Vai me atrapalhar mesmo?”
“Eu não, quem sou eu contra ele?!”
Termino a crônica e embarcamos para a terapia da ida ao mercado.
Isso mesmo, minha casa é assim, às avessas. Um sobrado que o quarto fica embaixo e a cozinha e a sala na parte superior, não me pergunte o porquê, ou então vai receber uma resposta clássica de Chicó: “Num sei, só sei que foi assim!”.
Sento à mesa e vejo minha mãe atarefada, como sempre está, como se não tivesse dormido e tivesse passado a noite e a madrugada todo realizando alguma tarefa. Vejo-a com a cara meio amassada e penso com alívio “ufa, ela dormiu!”.
Oi, mãe, faz um queijo quente pra mim?
Ela não responde, continua com sua companhia de pensamentos, fala alguma coisa sobre o que vou fazer hoje, se vou lavar minha roupa ou sair, eu não digo nada direto, estou acordando, saber o que vou fazer é uma responsabilidade que ainda não peguei na cota de hoje.
Como meu queijo quente, agradeço e chamo-a para ir ao mercado comigo porque não quero ir sozinha.
Começa a novela.
Antes tenho que usar o banheiro.
Antes tenho que trocar de roupa.
Antes tenho que ver o que vou comprar pro almoço.
Antes...
E nessa eu perco tanto tempo que me pergunto se não teria sido melhor ter ido sozinha...Não!
Ir com minha mãe ao mercado já faz parte da vida. Teve uma época que era minha terapia, andar com ela, quase nunca a gente fala coisa importante, isso é bom, sempre que falávamos coisas importantes era para tentar resolver alguma crise, ou problema grande. Problema pequeno a gente resolve sozinho. Melhor quando se fala de nada.
Então depois de um tempo esperando-a pego o livro e começo a ler minha crônica do dia. Geralmente leio no ônibus ou no metrô. São lugares onde o tempo é ocioso e tem bastante gente. Crônica me lembra gente. Eu gosto.
Depois do segundo parágrafo ela desce e diz “vamos?”, Ah! Tá de brincadeira eu penso, agora que tô lendo? Não vou nem me mexer, e continuo.
“Vai mais não?”
“Mãe, tô lendo!”
“Ah! Tá lendo o Braga?!” E faz uma cara de amiga que vai com a outra na festa e é trocada no meio do baile por um par de calças. E entra no meu quarto pra não ver nada e não fazer nada, volta pra sala e fica me rondando.
“Vai me atrapalhar mesmo?”
“Eu não, quem sou eu contra ele?!”
Termino a crônica e embarcamos para a terapia da ida ao mercado.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Metrô sentido bairro
Estilo é uma coisa engraçada.
Engraçada não, estranha.
Estilo é a palavra que muita gente usa pra definir “rótulo” mais adequado pra cada pessoa, baseando esta classificação no tipo de roupa que se usa, de música que se ouve, de lugar que frequenta, de opinião, de tudo que pode envolver profunda, mas ainda mais superficialmente um modo de vida e conduta.
Existem, deste modo, no que cabe a mim uma pessoa desconhecedora do assunto, algumas “tribos urbanas” bem difundidas, os Isqueitistas, os Surfistas, as Patricinhas, os Alternativos, os Nerds, os Roqueiros, as Periguetes, os Indie...meu santo, quantos...
Enfim, o que tudo isso tem de ver com esta quinta-feira quente, já tá tarde e eu do lado da cama pra escrever coisas inúteis no lugar de dormir? Não, chegaremos ao ponto da questão:
“Todos adoram uma patricinha!”
Estava eu voltando agora a pouco do centro, sentido bairro, no metrô e eis que vejo uma moça muito bem arrumada, loira, vestido preto, também subindo as escadas rolantes. Porém, como eu não tenho tempo de ficar admirando a paisagem, continuei subindo as escadas. Quando entrei no trem, porque pobre faz baldeação adoidado, depois de respirar uma vez, pois entrei com pressa—como se meu ritmo adianta-se o andar da carruagem—logo sinto um perfume doce e quando me viro quem me olha com olhos grandes pintados de sombra azul? A Patricinha, a tal. Não acreditei, como assim ela conseguiu chegar ao mesmo tempo em que eu? E nem tá ofegante? Caramba! Acho que agora acredito naquele lance de que o assassino que persegue alguém nunca corre ou se cansa, mas sempre alcança.
Deixando minha frustração de lado, tenho que contar-lhes que todos, exatamente todos os homens no vagão olhavam pra ela, ou pelo vestido, ou pelo perfume, ou pelo cabelo, que estava de um jeito meio enrolado por inteiro, como uma onda que se engoliu. Enfim, todos jogavam olhares desconfiados e ligeiros pra ela. Ah, antes que passe batido, as mulheres também [senão eu não estaria contando a história]. Contudo o que mais me chocou foi um cara, estava ao nosso lado, um sujeito que deve pertencer a classe dos alternativos da classe quase-média, aquele alternativo assumido, porém que ainda tá na etapa “tentativa”, só convence quem olha de relance, entende? Ele não estava a observando, estava a decorando, coisa de encabular e dar vergonha alheia. E ela? Xi, nem ligava, fingia que não era com ela, que era a coisa mais normal do mundo pegar trem no horário de volta pra casa, no qual todo mundo já tá fedendo e com cara e corpo de morto e ela com aquele ar de princesa que acabou de tomar banho no Nilo.
Começou a chover agora, delícia, vou dormir com chuva.
Pra finalizar, é claro que ela não desceu na estação final, gente desse “nível” nunca vai pro final. Depois de falar super-alto num celular enorme, porque agora quanto maior mais chique, com alguém confirmando o hotel que ela devia ir, desceu deixando pra trás só o resto de perfume e a dúvida, “hotel...querida? A esta hora? Estranho hein...hoje é quinta”.
15 de dezembro de 2011
Engraçada não, estranha.
Estilo é a palavra que muita gente usa pra definir “rótulo” mais adequado pra cada pessoa, baseando esta classificação no tipo de roupa que se usa, de música que se ouve, de lugar que frequenta, de opinião, de tudo que pode envolver profunda, mas ainda mais superficialmente um modo de vida e conduta.
Existem, deste modo, no que cabe a mim uma pessoa desconhecedora do assunto, algumas “tribos urbanas” bem difundidas, os Isqueitistas, os Surfistas, as Patricinhas, os Alternativos, os Nerds, os Roqueiros, as Periguetes, os Indie...meu santo, quantos...
Enfim, o que tudo isso tem de ver com esta quinta-feira quente, já tá tarde e eu do lado da cama pra escrever coisas inúteis no lugar de dormir? Não, chegaremos ao ponto da questão:
“Todos adoram uma patricinha!”
Estava eu voltando agora a pouco do centro, sentido bairro, no metrô e eis que vejo uma moça muito bem arrumada, loira, vestido preto, também subindo as escadas rolantes. Porém, como eu não tenho tempo de ficar admirando a paisagem, continuei subindo as escadas. Quando entrei no trem, porque pobre faz baldeação adoidado, depois de respirar uma vez, pois entrei com pressa—como se meu ritmo adianta-se o andar da carruagem—logo sinto um perfume doce e quando me viro quem me olha com olhos grandes pintados de sombra azul? A Patricinha, a tal. Não acreditei, como assim ela conseguiu chegar ao mesmo tempo em que eu? E nem tá ofegante? Caramba! Acho que agora acredito naquele lance de que o assassino que persegue alguém nunca corre ou se cansa, mas sempre alcança.
Deixando minha frustração de lado, tenho que contar-lhes que todos, exatamente todos os homens no vagão olhavam pra ela, ou pelo vestido, ou pelo perfume, ou pelo cabelo, que estava de um jeito meio enrolado por inteiro, como uma onda que se engoliu. Enfim, todos jogavam olhares desconfiados e ligeiros pra ela. Ah, antes que passe batido, as mulheres também [senão eu não estaria contando a história]. Contudo o que mais me chocou foi um cara, estava ao nosso lado, um sujeito que deve pertencer a classe dos alternativos da classe quase-média, aquele alternativo assumido, porém que ainda tá na etapa “tentativa”, só convence quem olha de relance, entende? Ele não estava a observando, estava a decorando, coisa de encabular e dar vergonha alheia. E ela? Xi, nem ligava, fingia que não era com ela, que era a coisa mais normal do mundo pegar trem no horário de volta pra casa, no qual todo mundo já tá fedendo e com cara e corpo de morto e ela com aquele ar de princesa que acabou de tomar banho no Nilo.
Começou a chover agora, delícia, vou dormir com chuva.
Pra finalizar, é claro que ela não desceu na estação final, gente desse “nível” nunca vai pro final. Depois de falar super-alto num celular enorme, porque agora quanto maior mais chique, com alguém confirmando o hotel que ela devia ir, desceu deixando pra trás só o resto de perfume e a dúvida, “hotel...querida? A esta hora? Estranho hein...hoje é quinta”.
15 de dezembro de 2011
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
MERCHANDISING!
Ontem, por um completo acaso, descobri um blog maravilhoso.
Não, o "maravilhoso" não vem do fato de encontrar um bom lugar de leituras e imagens, mas do fato que é do Bruno e eu o leio a algum tempo no outro blog dele, e nem se quer imaginava a existência deste outro...
Como pude?!
Então eu pensei, talvez algumas pessoas gostassem de conhecer meu outro lugar de palavras e imagens, que tenho como um lugar mais particular, quando entro, parece que ultrapassei por um véu.
Aqui é minha sala de visitas, mas lá...é quase meu quarto.
Então, para quem se interessar:
http://projeto-secundario.blogspot.com/2012/01/no-portao.html
Prometa tirar os sapatos antes, não quero sujar o chão com moléculas de rua, deixe seus preconceitos e julgamentos aqui, e sinta-se à vontade!
Um abraço e que seja bem-aventurada a tua visita!
Ps: o blog do Bruno que eu achei demais!
Não, o "maravilhoso" não vem do fato de encontrar um bom lugar de leituras e imagens, mas do fato que é do Bruno e eu o leio a algum tempo no outro blog dele, e nem se quer imaginava a existência deste outro...
Como pude?!
Então eu pensei, talvez algumas pessoas gostassem de conhecer meu outro lugar de palavras e imagens, que tenho como um lugar mais particular, quando entro, parece que ultrapassei por um véu.
Aqui é minha sala de visitas, mas lá...é quase meu quarto.
Então, para quem se interessar:
http://projeto-secundario.blogspot.com/2012/01/no-portao.html
Prometa tirar os sapatos antes, não quero sujar o chão com moléculas de rua, deixe seus preconceitos e julgamentos aqui, e sinta-se à vontade!
Um abraço e que seja bem-aventurada a tua visita!
Ps: o blog do Bruno que eu achei demais!
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Sina
“Porque a mulher que está
esperando o homem recebe sempre a visita do Diabo, e conversa com ele. Pode não
concordar com o que ele diz, mas conversa com ele.”
A mulher esperando o
homem – Rubem Braga
O grande Rubem disse isso e
muito mais sobre um assunto que não é muito comentado, afinal de contas assumir
que espera alguém neste tipo de situação - que podem ser muitos os motivos, mas
sempre o mesmo gosto amargo da esperança que ainda não morreu – é como por uma
placa no pescoço:
“Eu levo bolos, constantemente”.
Esperar, mesmo que a pessoa
apareça, depois de certo tempo considera-se um bolo, se você chegar a cochilar,
não precisa nem dormir, só cochilar um pouquinho...Batata! Desculpe informar, mas
você levou um bolo.
Contudo, falaremos de outro
tipo de espera. Deixe-me contar sobre uma pessoa que conheço, ela tem seus
vinte e poucos [diga-se de passagem: tantos] e está solteira. Está sozinha. E
quando digo sozinha é literalmente porque com ela não existe aquele papo de
“solteiro sim, sozinho nunca”, é moça séria, pra casar mesmo. Mas como te disse
ela está só.
Agora vejamos, ela está
esperando o homem? Ela não tem um marido que sai pra não se sabe onde na sexta
depois do trabalho com não sei quem, ela também não tem um namorado que foi
jogar e disse que depois passava na casa dela pra assistir ao filme que ela
alugou e já são quase onze, a pipoca já murchou, a maquiagem já borrou e ele
ainda não apareceu. Não, ela não tem nenhum homem para esperar, mas ela está
isenta da espera?
Não.
Infelizmente.
Permita-me citar mais um
mestre, o querido Machado escreveu, comparando mulher com fruta, que as boas
mesmo estão no topo da árvore e só um homem realmente valente pode colhê-la. Tá
bom, tudo bem, assumo que foi uma boa metáfora, mas vem cá e enquanto o bonitão
do cavalo branco não aparece ela vai fazer o quê? Tricotar, bordar o enxoval,
ouvir música com fone de ouvido, ler uma revista ou quem sabe...Esperar?
Sina de espera! De acordo
com o Jorge a mulher rendeira não dá ponto sem nó, borda no linho toda a espera
de um amor. Esperar é uma sina, um castigo, ou um destino. Quando quer ser mãe
tem que esperar nove meses, pra ter uma casa...lá se vai anos, a faculdade é no
mínimo quatro, tempo de experiência no trabalho: três meses sem um pingo de
segurança, sem contar que tudo, mas pra tudo mesmo você tem que pegar fila,
[ôh, inferno!].
Esperar não é um verbo,
tornou-se um estilo de vida.
A mulher não espera mais o
homem, espera o salário, as férias, o jantar na casa da amiga, o sapato que
comprou no site novo, o cartão-postal daquele amigo que foi pro Canadá. E assim
a vida pode ser contada no relógio, não em palavras como as minhas, que vêm e
passam, como qualquer coisa que perde a importância quando quem chega não é bem
aquela pessoa que você estava esperando, com aquele quase sorriso e a decepção
no:
“Ah, é você?[...]”.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Surreal
Um dia acaba.
Outro começa.
Quando um segundo a mais passa para
chamar o próximo que pertence à “zero hora” eu penso: como pode uma hora ser
zero se depois de 24 vem 25? Não posso contar consecutivamente?
E a voz diz:
“Não, mocinha!”
Imagine se fosse assim desde o início
dos séculos?
Mais fácil, contar até 24 e zerar.
Se fosse um coreógrafo que tivesse
inventado seriam 8 horas por dia:
1,2,3,4...
5,6,7 e 8!
Ah! Graças a Deus que também não foi
uma professora do ginásio, seriam 10 horas por dia.
E se fosse um pastor que ler muitos
salmos, poderiam ser 150!
Talvez quem inventou as horas do dia
era uma mulher casada que tinha 10 filhos e comprava dois bolinhos para todos
em casa nos domingos, daí então eram 24.
24 bolinhos, 24 horas.
No último sábado fizemos uma contagem
regressiva e um segundo a mais fez-nos despedir de um amontoado de 365 dias e
recomeçamos a contar de novo.
Um segundo a mais e pronto:
Primeiro dia do ano, mais uma vez?
O que esperar? Nada além do que
esperava um segundo atrás.
A vida!
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